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Publicado em: 04/04/2022

À espera da canonização

Congregação com religiosas em Tibagi vive sonho

 
Durante as novenas pela canonização. a imagem da nova santa Durante as novenas pela canonização. a imagem da nova santa | Crédito: Acervo Pessoal

     O Instituto das Pequenas Irmãs da Sagrada Família vive uma grande expectativa. Criada em Castelletto di Brenzone, na Itália, no dia 6 de novembro de 1892, a congregação espera ansiosa a canonização de sua fundadora, madre Maria Domenica Mantovan, beatificada por São João Paulo II em 27 de abril de 2003, como a santa do cotidiano. A cerimônia de canonização acontecerá em 15 de maio, pelo Papa Francisco, em Roma. As ‘Pequenas Irmãs da Sagrada Família’ estão presentes na Diocese de Ponta Grossa há 33 anos. 


      As religiosas chegaram ao Brasil em abril de 1976, em Santa Izabel do Oeste, Diocese de Palmas/Francisco Beltrão. Hoje, são em 30 irmãs brasileiras, presentes em dez comunidades, atuando nas assessorias das pastorais em paróquias e dioceses, na Educação Infantil, saúde alternativa, obras de evangelização e promoção humana nos centros de educação integral. Na Diocese, chegaram a Tibagi dia 8 de março de 1989, a convite do padre Carlos Scaltritti, dos Servos da Eucaristia, para prestar serviço no Lar de Nazaré, entidade que atende 120 meninas, de cinco a 16 anos, no contra turno escolar. São duas Irmãs: Ivanete da Costa, coordenadora da comunidade e também do Lar de Nazaré, e Franciane Xavier dos Santos, orientadora pedagógica.


     Em preparação à canonização de Madre Maria estão acontecendo novenas, toda segunda-feira, às 20 horas. Cada dia transmitida de uma comunidade onde a congregação atua. Essas transmissões acontecem pelo Facebook e pelo Youtube. Como forma de envolver a comunidade, dos dias 12 a 14 de maio, um tríduo será celebrado nas paróquias que contam com a congregação. O Instituto das Pequenas Irmãs da Sagrada Família foi fundado pelo sacerdote e pároco Giuseppe Nascim¬beni, com a colaboração de madre Maria Domenica, co-fundadora e pri¬meira superiora geral. Surgiu em virtude do encorajamento da Igreja, através das palavras proféticas do bispo auxiliar de Verona, Dom Bartolomeo Bacilieri: “se ninguém as concede, criai-as vós mes¬mo como quiserdes”, que o fundador acolheu como clara indicação da vontade do Senhor. 


Maria Domenica Mantovani nasceu em Castelletto di Brenzone, em 12 de novembro de 1862. A fonte de sua formação cristã foi a catequese que, unido aos ensinamentos da família, deram base sólida à construção de sua personalidade humana e cristã. Casa, escola e Igreja foram os ambientes que plasmaram o seu caráter desde menina e deram orientação a toda sua vida. Cresceu distinguindo-se pela bondade, docilidade, transparência de vida e singular piedade. Desde muito jovem foi apóstola de suas contemporâneas, que as formava nas virtudes através de boas leituras e sobretudo com o testemunho de sua vida. 


     A partir dos quinze anos teve como orientador espiritual o padre José Nascimbeni. Tornou-se sua primeira e generosa colaboradora nas múltiplas atividades paroquiais: foi a alma da juventude de toda a vila e era amada, ouvida e estimada por todos. Dedicava-se com paixão à catequese para as crianças e empenhava-se com caridade evangélica nas visitas e na assistência aos pobres e dos doentes. No dia 8 de dezembro de 1886, emitiu os votos perpétuos. Desejosa de consagrar-se ao Senhor, conheceu o desígnio de Deus através do beato Nascimbeni, que a quis como colaboradora na fundação da congregação. Deu substancial contribuição na formação das Irmãs e na elaboração das constituições, inspirada na regra da Terceira Ordem Regular de São Francisco. Sua colaboração e testemunho de vida, contribuíram determinantemente para o desenvolvimento e expansão do instituto. 


 


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Publicado em: 04/04/2022

À espera da canonização

Congregação com religiosas em Tibagi vive sonho

 

     O Instituto das Pequenas Irmãs da Sagrada Família vive uma grande expectativa. Criada em Castelletto di Brenzone, na Itália, no dia 6 de novembro de 1892, a congregação espera ansiosa a canonização de sua fundadora, madre Maria Domenica Mantovan, beatificada por São João Paulo II em 27 de abril de 2003, como a santa do cotidiano. A cerimônia de canonização acontecerá em 15 de maio, pelo Papa Francisco, em Roma. As ‘Pequenas Irmãs da Sagrada Família’ estão presentes na Diocese de Ponta Grossa há 33 anos. 


      As religiosas chegaram ao Brasil em abril de 1976, em Santa Izabel do Oeste, Diocese de Palmas/Francisco Beltrão. Hoje, são em 30 irmãs brasileiras, presentes em dez comunidades, atuando nas assessorias das pastorais em paróquias e dioceses, na Educação Infantil, saúde alternativa, obras de evangelização e promoção humana nos centros de educação integral. Na Diocese, chegaram a Tibagi dia 8 de março de 1989, a convite do padre Carlos Scaltritti, dos Servos da Eucaristia, para prestar serviço no Lar de Nazaré, entidade que atende 120 meninas, de cinco a 16 anos, no contra turno escolar. São duas Irmãs: Ivanete da Costa, coordenadora da comunidade e também do Lar de Nazaré, e Franciane Xavier dos Santos, orientadora pedagógica.


     Em preparação à canonização de Madre Maria estão acontecendo novenas, toda segunda-feira, às 20 horas. Cada dia transmitida de uma comunidade onde a congregação atua. Essas transmissões acontecem pelo Facebook e pelo Youtube. Como forma de envolver a comunidade, dos dias 12 a 14 de maio, um tríduo será celebrado nas paróquias que contam com a congregação. O Instituto das Pequenas Irmãs da Sagrada Família foi fundado pelo sacerdote e pároco Giuseppe Nascim¬beni, com a colaboração de madre Maria Domenica, co-fundadora e pri¬meira superiora geral. Surgiu em virtude do encorajamento da Igreja, através das palavras proféticas do bispo auxiliar de Verona, Dom Bartolomeo Bacilieri: “se ninguém as concede, criai-as vós mes¬mo como quiserdes”, que o fundador acolheu como clara indicação da vontade do Senhor. 


Maria Domenica Mantovani nasceu em Castelletto di Brenzone, em 12 de novembro de 1862. A fonte de sua formação cristã foi a catequese que, unido aos ensinamentos da família, deram base sólida à construção de sua personalidade humana e cristã. Casa, escola e Igreja foram os ambientes que plasmaram o seu caráter desde menina e deram orientação a toda sua vida. Cresceu distinguindo-se pela bondade, docilidade, transparência de vida e singular piedade. Desde muito jovem foi apóstola de suas contemporâneas, que as formava nas virtudes através de boas leituras e sobretudo com o testemunho de sua vida. 


     A partir dos quinze anos teve como orientador espiritual o padre José Nascimbeni. Tornou-se sua primeira e generosa colaboradora nas múltiplas atividades paroquiais: foi a alma da juventude de toda a vila e era amada, ouvida e estimada por todos. Dedicava-se com paixão à catequese para as crianças e empenhava-se com caridade evangélica nas visitas e na assistência aos pobres e dos doentes. No dia 8 de dezembro de 1886, emitiu os votos perpétuos. Desejosa de consagrar-se ao Senhor, conheceu o desígnio de Deus através do beato Nascimbeni, que a quis como colaboradora na fundação da congregação. Deu substancial contribuição na formação das Irmãs e na elaboração das constituições, inspirada na regra da Terceira Ordem Regular de São Francisco. Sua colaboração e testemunho de vida, contribuíram determinantemente para o desenvolvimento e expansão do instituto. 


 


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Durante as novenas pela canonização. a imagem da nova santa   |   Acervo Pessoal

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Na capela, um grupo de leigos que vivem o carisma das Pequenas Irmãs   |   Acervo Pessoal

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As Pequenas Irmãs da Sagrada Família durante um dos encontros regionais   |   Acervo Pessoal

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Projetos sociais acontecem no Lar de Nazaré   |   Acervo Pessoal

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Lar de Nazaré em Tibagi atende 120 meninas   |   Acervo Pessoal


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