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Publicado em: 14/04/2022

Missa do Crisma reúne sacerdotes e diáconos

Presencial, a celebração teve bênção dos santos óleos

 
A missa do Crisma acontece na Catedral, todos os anos. Desde 2019 não era celebrada A missa do Crisma acontece na Catedral, todos os anos. Desde 2019 não era celebrada | Crédito: AssCom Diocese de Ponta Grossa

Vivendo a emoção do encontro presencial novamente, depois de dois anos, nesta quinta-feira (14), os padres, religiosos-padres e diáconos da Diocese de Ponta Grossa se reuniram na celebração da Missa do Crisma, na Catedral Sant’Ana. Muitos fieis, das mais diferentes paróquias, acompanharam a celebração na qual acontece a consagração dos Santos Óleos, usados durante o ano em todas as celebrações para o sacramento do batismo, crisma, ordenações e unção dos enfermos. Na missa, é feita também a renovação das promessas sacerdotais e a instituição da Eucaristia.


A celebração foi precedida do momento penitencial dos sacerdotes, religiosos-padres e diáconos, que se reúnem dois a dois, na cripta da Catedral, para se confessar. Dom Sergio Arthur Braschi falou da alegria de estar ao lado dos irmãos sacerdotes, em um dia tão importante para o clero. “Sobre o sacerdócio ministerial, uma palavra me chamou a atenção nas leituras e no Evangelho de hoje. O ‘para’ aparece diversas vezes, em todas elas, e faz pensar que não é para nós próprios a consagração sacerdotal, mas para os outros. Somos escolhidos por pura graça”, comentou o bispo, referindo-se à renovação das promessas sacerdotais, proferida logo depois da homilia.


“Na pandemia, nos primeiros meses, quando não se tinha noção do que seria, do tanto de mortes que provocaria, eu, fechado em casa, celebrava a missa todos os dias. Muitas vezes sozinho, outras vezes, com minha sobrinha, mas esse tempo trouxe uma redescoberta importante: a Santíssima Eucaristia e a Santa Missa. A relevância de celebrá-la todos os dias, em favor do povo, mesmo sem o povo. Isso serve para fazermos um exame de consciência. Vejo que em muitas paróquias não se celebra diariamente a missa e, sim, uma, duas vezes por semana. Mas, e os padres? A celebram ainda assim”?, indagou Dom Sergio, lembrando a imagem de um quadro que decorava o seminário onde morava, em que, no cenário do fim do mundo, havia um padre celebrando a missa. “Enquanto houver no mundo um sacerdote celebrando, a destruição total não virá”, reforçou. O bispo lembrou que o Concílio Vaticano II mudou o entendimento quanto às celebrações, permitindo que o sacerdote reze a missa sem pessoas na assembleia e também que uma mesma celebração tenha mais de um celebrante, a chamada ‘concelebração’.


Citando os padres que estão em missão fora da Diocese – padres Sílvio Mocelin, Osvaldo Pinheiro e Fábio Sejanoski, na Amazônia, ao lado do diácono Metódio Retexim – e padre Wilson Morais – estudando em Roma – Dom Sergio reforçou a necessidade do comprometimento da celebração diária a favor do povo para que o mundo seja santificado, “para não perdermos o ‘porque’ de termos sido ordenados”, orientou. O bispo justificou a bênção dos Óleos Santos, garantindo que são matéria para curar, libertar e ungir. Os Santos Óleos preparados na Quinta-feira Santa estão relacionados aos Sacramentos. Há os óleos abençoados, que são o dos Catecúmenos e dos Enfermos; e o óleo consagrado, o Santo Crisma.


 


Episcopado


Pela primeira vez, em 24 anos, Dom Sergio comemorou o dia de sua ordenação como bispo – 14 de abril de 1998 – em uma Quinta-feira Santa, na celebração da renovação das promessas sacerdotais. “Nunca estou aqui, na Diocese. Estava sempre no compromisso da CNBB. Mas, este ano, deu certo de estar com vocês”, comentou o bispo, que pastoreia há 19 anos o território diocesano. “Agradeço a presença de todos, a oração de todos, em especial pela feliz providência de Deus em estar comemorando hoje o aniversário de minha ordenação episcopal. Peço ainda mais orações neste momento de tratamento de saúde”, frisou.


Ao final da celebração, padre Martinho Hartmann, coordenador da Pastoral Presbiteral, fez uma homenagem a Dom Sergio. “Hoje, nos alegramos com o senhor, pelo seu vigésimo quarto ano de episcopado, e desde 2003, nos pastoreando com doçura, nos entusiasmando na vida e missão e enchendo nosso coração de esperança. Somos felizes por tê-lo como nosso bispo e bom pastor. Parabéns por esta data tão significativa. Deus abençoe sua vida e vocação, com a intercessão da Virgem Maria, Mãe da Divina Graça”. O bispo, saudado por todos em pé, se emocionou. “Continuemos celebrando fortemente esses dias, em especial, a Vigília Pascal e a nossa renovação batismal”, indicou.  


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Publicado em: 14/04/2022

Missa do Crisma reúne sacerdotes e diáconos

Presencial, a celebração teve bênção dos santos óleos

 

Vivendo a emoção do encontro presencial novamente, depois de dois anos, nesta quinta-feira (14), os padres, religiosos-padres e diáconos da Diocese de Ponta Grossa se reuniram na celebração da Missa do Crisma, na Catedral Sant’Ana. Muitos fieis, das mais diferentes paróquias, acompanharam a celebração na qual acontece a consagração dos Santos Óleos, usados durante o ano em todas as celebrações para o sacramento do batismo, crisma, ordenações e unção dos enfermos. Na missa, é feita também a renovação das promessas sacerdotais e a instituição da Eucaristia.


A celebração foi precedida do momento penitencial dos sacerdotes, religiosos-padres e diáconos, que se reúnem dois a dois, na cripta da Catedral, para se confessar. Dom Sergio Arthur Braschi falou da alegria de estar ao lado dos irmãos sacerdotes, em um dia tão importante para o clero. “Sobre o sacerdócio ministerial, uma palavra me chamou a atenção nas leituras e no Evangelho de hoje. O ‘para’ aparece diversas vezes, em todas elas, e faz pensar que não é para nós próprios a consagração sacerdotal, mas para os outros. Somos escolhidos por pura graça”, comentou o bispo, referindo-se à renovação das promessas sacerdotais, proferida logo depois da homilia.


“Na pandemia, nos primeiros meses, quando não se tinha noção do que seria, do tanto de mortes que provocaria, eu, fechado em casa, celebrava a missa todos os dias. Muitas vezes sozinho, outras vezes, com minha sobrinha, mas esse tempo trouxe uma redescoberta importante: a Santíssima Eucaristia e a Santa Missa. A relevância de celebrá-la todos os dias, em favor do povo, mesmo sem o povo. Isso serve para fazermos um exame de consciência. Vejo que em muitas paróquias não se celebra diariamente a missa e, sim, uma, duas vezes por semana. Mas, e os padres? A celebram ainda assim”?, indagou Dom Sergio, lembrando a imagem de um quadro que decorava o seminário onde morava, em que, no cenário do fim do mundo, havia um padre celebrando a missa. “Enquanto houver no mundo um sacerdote celebrando, a destruição total não virá”, reforçou. O bispo lembrou que o Concílio Vaticano II mudou o entendimento quanto às celebrações, permitindo que o sacerdote reze a missa sem pessoas na assembleia e também que uma mesma celebração tenha mais de um celebrante, a chamada ‘concelebração’.


Citando os padres que estão em missão fora da Diocese – padres Sílvio Mocelin, Osvaldo Pinheiro e Fábio Sejanoski, na Amazônia, ao lado do diácono Metódio Retexim – e padre Wilson Morais – estudando em Roma – Dom Sergio reforçou a necessidade do comprometimento da celebração diária a favor do povo para que o mundo seja santificado, “para não perdermos o ‘porque’ de termos sido ordenados”, orientou. O bispo justificou a bênção dos Óleos Santos, garantindo que são matéria para curar, libertar e ungir. Os Santos Óleos preparados na Quinta-feira Santa estão relacionados aos Sacramentos. Há os óleos abençoados, que são o dos Catecúmenos e dos Enfermos; e o óleo consagrado, o Santo Crisma.


 


Episcopado


Pela primeira vez, em 24 anos, Dom Sergio comemorou o dia de sua ordenação como bispo – 14 de abril de 1998 – em uma Quinta-feira Santa, na celebração da renovação das promessas sacerdotais. “Nunca estou aqui, na Diocese. Estava sempre no compromisso da CNBB. Mas, este ano, deu certo de estar com vocês”, comentou o bispo, que pastoreia há 19 anos o território diocesano. “Agradeço a presença de todos, a oração de todos, em especial pela feliz providência de Deus em estar comemorando hoje o aniversário de minha ordenação episcopal. Peço ainda mais orações neste momento de tratamento de saúde”, frisou.


Ao final da celebração, padre Martinho Hartmann, coordenador da Pastoral Presbiteral, fez uma homenagem a Dom Sergio. “Hoje, nos alegramos com o senhor, pelo seu vigésimo quarto ano de episcopado, e desde 2003, nos pastoreando com doçura, nos entusiasmando na vida e missão e enchendo nosso coração de esperança. Somos felizes por tê-lo como nosso bispo e bom pastor. Parabéns por esta data tão significativa. Deus abençoe sua vida e vocação, com a intercessão da Virgem Maria, Mãe da Divina Graça”. O bispo, saudado por todos em pé, se emocionou. “Continuemos celebrando fortemente esses dias, em especial, a Vigília Pascal e a nossa renovação batismal”, indicou.  


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A missa do Crisma acontece na Catedral, todos os anos. Desde 2019 não era celebrada   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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A celebração abençoa e consagra os três santos óleos: CRISMA, BATISMO e ENFERMOS   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Dom Sergio preparou e abençoou os óleos que serão usados em todas as celebrações   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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O bispo comemorou 24 anos de ordenação episcopal neste dia 14   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa


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