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Publicado em: 01/07/2022

Clero ouve sobre o ministério do catequista

Débora Pupo, do Regional Sul 2, detalhou o tema

 
A reunião aconteceu na nova matriz da Perpétuo Socorro, em Castro A reunião aconteceu na nova matriz da Perpétuo Socorro, em Castro | Crédito: Osmar Abel Rosa

    A segunda reunião geral do clero deste ano aconteceu na bela e nova matriz da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Castro, na manhã desta quinta-feira (30). Cerca de 80 pessoas participaram. Padres, religiosos, religiosos-padres, diáconos e seminaristas estiveram ao lado do bispo Dom Sergio Arthur Braschi, do coordenador diocesano da Ação Evangelizadora, padre Joel Nalepa, e do ecônomo da Diocese de Ponta Grossa, padre Mário Dwulatka, para tratar de diferentes assuntos. O primeiro deles, a instituição do ministério de catequista, foi abordado pela a coordenadora da Pastoral Animação Bíblico-Catequética do Regional Sul 2, Débora Pupo.


     Na chegada, cada padre e religioso-padre recebeu uma cópia do livreto Critérios e Itinerário para a Instituição do Ministério do Catequista, editado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. A fala de Débora foi introduzida pela coordenadora diocesana da pastoral, Flávia Carla Nascimento, que destacou que o ministério do catequista foi instituído pelo Motu proprio ‘Antiquum ministerium’ do Papa Francisco, publicado em maio de 2021. A representante do Regional citou que, na verdade, já desde 2005 a CNBB estuda o tratamento da Catequese como ministério da Igreja. “O documento do Papa foi uma resposta ao pedido das dioceses para que isso se concretizasse”, afirmou, citando que sua intenção era refletir com os sacerdotes a instituição e o empenho das paróquias para que ela seja efetivada. 


     Débora detalhou alguns pontos das orientações elaboradas pela CNBB, que, segundo ela, dá uma ênfase especial à formação do catequista. Ao abordar os critérios, a coordenadora lembrou que o ministério é voltado para catequistas já atuantes e os iniciantes. “O Papa oficializa o ministério, que é uma das missões mais antigas da Igreja, um ministério laical. E este leigo é o que vai agir em nome da comunidade, por isso é necessário que corresponda ao perfil apresentado no documento e esteja disposto a passar pelo processo de formação. Aliás, aqui na Diocese, existe uma equipe formativa que já atua nos parâmetros que a CNBB pede e com as características que orienta. O que terá que ser feito, a partir de agora, é dar mais ênfase a determinados elementos”, comentou. A formação para o catequista candidato a ministro dura seis meses e o vínculo com o ministério é de pelo menos quatro anos, podendo ser renovado ou não, acrescentou.


     Para os iniciantes, é preciso ter, no mínimo, 20 anos e percorrer um processo formativo de cinco anos. “Isso não significa dizer que os jovens que já atuam como catequistas não vão poder mais servir na Catequese. Quer dizer que para ser instituído como ministro ele precisa obedecer esses critérios. Ser catequista é vocação, é missão. Afinal, ele vai formar novos cristãos. É preciso esmero, seriedade na formação para que tenhamos sujeitos eclesiais, pessoas com iniciativa e conscientes da responsabilidade de seu papel”, destacou. Débora Pupo contou ainda que o Regional Sul 2 está desenvolvendo um subsídio para ajudar na formação nas paróquias, colocando-se à disposição para elucidar futuras dúvidas. “A missão agora é nas dioceses, está nas mãos das coordenações diocesanas, mas estamos aqui para ajudar, se preciso”, finalizou.


    Flávia Carla Nascimento informou que está estudando os critérios para a instituição do ministério do catequista com as coordenações paroquiais, mas que o caminho deve ser trilhado com calma. “Vamos montar uma lista dos que passaram pela Escola Catequética. Ano que vem, quando sentirmos segurança, serão sugeridos nomes para iniciarem o processo, o caminho de formação para o ministério”, antecipou. 


     A coordenadora diocesana ainda prestou contas das campanhas realizadas pela Catequese, informando que foram arrecadados R$ 61.670 dentro da retomada da campanha Escola para a Missão São João Paulo VI, em Quebo, na África, e, enviados 700 dos 2.500 terços doados até agora pelos paroquianos da Diocese para Canutama, cidade da Prelazia de Lábrea (AM). Em Canutama fica a Paróquia São João Batista, administrada pelos padres diocesanos Osvaldo Pinheiro, Fábio Sejanoski e Sílvio Mocelim. 


Outros


     Ainda na pauta da reunião, padres Evandro Luis Braun e Kleber Pacheco relataram o andamento da síntese diocesana do Sínodo 2021-2023, que, neste momento, envolve os integrantes da comissão especial na leitura das respostas enviadas pelas paróquias. “A sinodalidade é um caminho, não uma tarefa. Temos observado que as sínteses foram levadas a sério, bem desenvolvidas, tendo envolvido muita gente em algumas paróquias e poucas, em outras, mas sempre ‘junto’. Tem sido muito edificante. As sínteses de Ponta Grossa e Castro foram lidas. Do Setor 5, falta apreciar as sínteses de Piraí do Sul e Ventania”, contou padre Evandro. “Paciência por parte dos padres e das lideranças; acolhimento, em especial aos casais de segunda união e a pessoas homoafetivas; abertura, formação, unidade, caminhar juntos. Essas são as palavras mais vistas nas sínteses”, acrescentou padre Kleber.


     Padre Antônio Ivan de Campos, pároco da Paróquia/Catedral Sant’Ana falou sobre os 200 anos da paróquia, rememorando que em 1823 Ponta Grossa se desligou de Castro, cem anos antes da criação da Diocese. Segundo o sacerdote, alguns descompassos históricos, como a demolição da antiga igreja, a construção da nova e o funcionamento em caráter provisório (na Reitoria do Sagrado Coração) acabaram por ferir a identidade da Catedral. Aos poucos, a Diocese teria assumido o compromisso de devolver o papel de importância que cabe ao templo, com o revestimento em mármore de alguns ambientes, por exemplo. “Precisamos viver mais a Catedral. Estou convidando os padres para irem celebrar, levando representantes da paróquia, nos dias 26 de cada mês, na Missa da Vovó, para que possamos atrelar novamente, valorizar essa identidade de Catedral”, argumentou. O convite se estenderia de agosto deste ano a agosto de 2023 e, em especial, às paróquias de Ponta Grossa.


     Temas ligados a Pastoral Presbiteral e Vocacional, a visita de representantes do Conselho Missionário Regional à Paróquia São Roque, de Ventania; a missão em Canutama, na Prelazia de Lábrea; o Conselho de Comunidade e Serviços Comunitários; o Encontro dos Casais com Cristo, a Quase Paróquia São João Paulo II, a romaria diocesana ao Santuário Nossa Senhora do Rocio no próximo dia 17, a Pastoral do Dízimo e a passagem das relíquias de São Francisco pela Diocese, em agosto, também foram abordados na reunião desta quinta-feira, em Castro.  


 


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Publicado em: 01/07/2022

Clero ouve sobre o ministério do catequista

Débora Pupo, do Regional Sul 2, detalhou o tema

 

    A segunda reunião geral do clero deste ano aconteceu na bela e nova matriz da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Castro, na manhã desta quinta-feira (30). Cerca de 80 pessoas participaram. Padres, religiosos, religiosos-padres, diáconos e seminaristas estiveram ao lado do bispo Dom Sergio Arthur Braschi, do coordenador diocesano da Ação Evangelizadora, padre Joel Nalepa, e do ecônomo da Diocese de Ponta Grossa, padre Mário Dwulatka, para tratar de diferentes assuntos. O primeiro deles, a instituição do ministério de catequista, foi abordado pela a coordenadora da Pastoral Animação Bíblico-Catequética do Regional Sul 2, Débora Pupo.


     Na chegada, cada padre e religioso-padre recebeu uma cópia do livreto Critérios e Itinerário para a Instituição do Ministério do Catequista, editado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. A fala de Débora foi introduzida pela coordenadora diocesana da pastoral, Flávia Carla Nascimento, que destacou que o ministério do catequista foi instituído pelo Motu proprio ‘Antiquum ministerium’ do Papa Francisco, publicado em maio de 2021. A representante do Regional citou que, na verdade, já desde 2005 a CNBB estuda o tratamento da Catequese como ministério da Igreja. “O documento do Papa foi uma resposta ao pedido das dioceses para que isso se concretizasse”, afirmou, citando que sua intenção era refletir com os sacerdotes a instituição e o empenho das paróquias para que ela seja efetivada. 


     Débora detalhou alguns pontos das orientações elaboradas pela CNBB, que, segundo ela, dá uma ênfase especial à formação do catequista. Ao abordar os critérios, a coordenadora lembrou que o ministério é voltado para catequistas já atuantes e os iniciantes. “O Papa oficializa o ministério, que é uma das missões mais antigas da Igreja, um ministério laical. E este leigo é o que vai agir em nome da comunidade, por isso é necessário que corresponda ao perfil apresentado no documento e esteja disposto a passar pelo processo de formação. Aliás, aqui na Diocese, existe uma equipe formativa que já atua nos parâmetros que a CNBB pede e com as características que orienta. O que terá que ser feito, a partir de agora, é dar mais ênfase a determinados elementos”, comentou. A formação para o catequista candidato a ministro dura seis meses e o vínculo com o ministério é de pelo menos quatro anos, podendo ser renovado ou não, acrescentou.


     Para os iniciantes, é preciso ter, no mínimo, 20 anos e percorrer um processo formativo de cinco anos. “Isso não significa dizer que os jovens que já atuam como catequistas não vão poder mais servir na Catequese. Quer dizer que para ser instituído como ministro ele precisa obedecer esses critérios. Ser catequista é vocação, é missão. Afinal, ele vai formar novos cristãos. É preciso esmero, seriedade na formação para que tenhamos sujeitos eclesiais, pessoas com iniciativa e conscientes da responsabilidade de seu papel”, destacou. Débora Pupo contou ainda que o Regional Sul 2 está desenvolvendo um subsídio para ajudar na formação nas paróquias, colocando-se à disposição para elucidar futuras dúvidas. “A missão agora é nas dioceses, está nas mãos das coordenações diocesanas, mas estamos aqui para ajudar, se preciso”, finalizou.


    Flávia Carla Nascimento informou que está estudando os critérios para a instituição do ministério do catequista com as coordenações paroquiais, mas que o caminho deve ser trilhado com calma. “Vamos montar uma lista dos que passaram pela Escola Catequética. Ano que vem, quando sentirmos segurança, serão sugeridos nomes para iniciarem o processo, o caminho de formação para o ministério”, antecipou. 


     A coordenadora diocesana ainda prestou contas das campanhas realizadas pela Catequese, informando que foram arrecadados R$ 61.670 dentro da retomada da campanha Escola para a Missão São João Paulo VI, em Quebo, na África, e, enviados 700 dos 2.500 terços doados até agora pelos paroquianos da Diocese para Canutama, cidade da Prelazia de Lábrea (AM). Em Canutama fica a Paróquia São João Batista, administrada pelos padres diocesanos Osvaldo Pinheiro, Fábio Sejanoski e Sílvio Mocelim. 


Outros


     Ainda na pauta da reunião, padres Evandro Luis Braun e Kleber Pacheco relataram o andamento da síntese diocesana do Sínodo 2021-2023, que, neste momento, envolve os integrantes da comissão especial na leitura das respostas enviadas pelas paróquias. “A sinodalidade é um caminho, não uma tarefa. Temos observado que as sínteses foram levadas a sério, bem desenvolvidas, tendo envolvido muita gente em algumas paróquias e poucas, em outras, mas sempre ‘junto’. Tem sido muito edificante. As sínteses de Ponta Grossa e Castro foram lidas. Do Setor 5, falta apreciar as sínteses de Piraí do Sul e Ventania”, contou padre Evandro. “Paciência por parte dos padres e das lideranças; acolhimento, em especial aos casais de segunda união e a pessoas homoafetivas; abertura, formação, unidade, caminhar juntos. Essas são as palavras mais vistas nas sínteses”, acrescentou padre Kleber.


     Padre Antônio Ivan de Campos, pároco da Paróquia/Catedral Sant’Ana falou sobre os 200 anos da paróquia, rememorando que em 1823 Ponta Grossa se desligou de Castro, cem anos antes da criação da Diocese. Segundo o sacerdote, alguns descompassos históricos, como a demolição da antiga igreja, a construção da nova e o funcionamento em caráter provisório (na Reitoria do Sagrado Coração) acabaram por ferir a identidade da Catedral. Aos poucos, a Diocese teria assumido o compromisso de devolver o papel de importância que cabe ao templo, com o revestimento em mármore de alguns ambientes, por exemplo. “Precisamos viver mais a Catedral. Estou convidando os padres para irem celebrar, levando representantes da paróquia, nos dias 26 de cada mês, na Missa da Vovó, para que possamos atrelar novamente, valorizar essa identidade de Catedral”, argumentou. O convite se estenderia de agosto deste ano a agosto de 2023 e, em especial, às paróquias de Ponta Grossa.


     Temas ligados a Pastoral Presbiteral e Vocacional, a visita de representantes do Conselho Missionário Regional à Paróquia São Roque, de Ventania; a missão em Canutama, na Prelazia de Lábrea; o Conselho de Comunidade e Serviços Comunitários; o Encontro dos Casais com Cristo, a Quase Paróquia São João Paulo II, a romaria diocesana ao Santuário Nossa Senhora do Rocio no próximo dia 17, a Pastoral do Dízimo e a passagem das relíquias de São Francisco pela Diocese, em agosto, também foram abordados na reunião desta quinta-feira, em Castro.  


 


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A reunião aconteceu na nova matriz da Perpétuo Socorro, em Castro   |   Osmar Abel Rosa

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Débora explicou os critérios para a instituição do ministério   |   Osmar Abel Rosa

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